Turismo ecológico e cultural – para o desenvolvimento de cidades de pequeno porte (EQUIPE: DANIEL, MARIANA COELHO, ALEXANDRE E BEATRIZ)

Turismo Ecológico e Cultural – para o desenvolvimento de cidades de pequeno porte.

Cultural

Todo homem precisa viajar, e a busca por diferentes culturas, conhecimentos, e uma visão geral do nosso planeta, para quebrar sua ignorância não focando apenas no que está ao nosso redor, acaba por tornar-se um motivo para viajar. No Brasil, este por ser tão grande e conter impares culturas e diversidades, tem grande potencial em diferentes áreas para desenvolver o turismo, dentre eles – Ecoturismo, Turismo Cultural, Rural, de Aventura e muitos outros. Por isso, por conter essa grande variedade, aliado a grande quantidade de culturas, desenvolvendo o Turismo Cultural automaticamente irá ajudar a preservá-las. Além de que buscando a cultura, desenvolvem-se outras formas de turismo, como o Gastronômico, Histórico, Étnico, Cívico, Religioso.
De acordo com o Ministério do Turismo, Destinos de Referência em Turismo, Segmentos Turismo Cultural de 2010, Turismo Cultural são atividades turísticas relacionadas a vivencia do conjunto de elementos significativos do patrimônio histórico e cultural e dos eventos culturais, valorizando e promovendo os bens materiais e imateriais da cultura.
Mas quando se fala no assunto, antes é necessário saber se haverá uma procura e oferta, desse modo é importante conhecer quais atividades o turista procura.

REFERÊNCIAL

Quando se fala em cultura gastronômica, Pomerode, localizado no Médio Vale do Itajaí (Santa Catarina), surge como um ótimo destino no Brasil. Cucas, doces , chope artesanal e o famoso marreco recheado, são alguns das diversas opções gastronômicas locais. A cidade leva o título de “a mais alemã do Brasil”, especialmente pela sua forte cultura cervejeira. Os costumes e a tradição permanecem com a presença de seis grupos folclóricos, que resgatam a cultura e mantém viva as danças típicas dos antepassados. Além da coreografia e a beleza dos trajes dos grupos, a cultura é vivenciada por meio dos 16 Clubes de Caça e Tiro, que preservam as tradições por meio das festas de Rei e Rainha das Sociedades, como nas demais comemorações
O Parque Municipal de Eventos é o local onde se realizam os principais eventos da cidade, entre eles, é a “Festa Pometode” onde resgata a cultura e gastronomia alemã. Com uma área de mais de 140 mil metros quadrados, a estrutura dispõe de um Pavilhão Principal, um Pavilhão Cultural, um ginásio de esportes, áreas de alimentação, parquinho infantil, uma construção enxaimel, sanitários, inúmeros anexos, estacionamentos, pista de skate, uma trilha para caminhada e pista de atletismo.
a cidade conta também com bons hotéis, com atendimento de qualidade e bons serviços para recepcionar os visitantes.

Ecológico

No Brasil o Ecoturismo ainda é pouco difundido, perante seu tamanho e potencial, porém está em grande expansão. Ecoturismo denomina-se como o uso sustentável de atrativos no patrimônio natural e cultural, incentivando sua conservação, além de ser uma atividade essencialmente saudável, tendo uma grande ligação com a prática desportiva e com a natureza. Porém somente será sustentável caso exista um planejamento correto, para assim haver poucos impactos negativos.
De acordo com “Diretrizes para uma Política Nacional de Ecoturismo” de 1995, este fala da falta de programas adequados para o desenvolvimento do Ecoturismo no Brasil, este citando que o ecoturismo no Brasil é feito de modo desordenado.
Para então desenvolver de modo correto o Ecoturismo, é necessário uma integração de todas as partes envolvidas, como os órgãos públicos, privados e a comunidade.

REFERÊNCIAL

O Parque Ecológico dos Jerivás fica na cidade de Maracajá – SC. Possui uma área de aproximadamente 107,8 hectares de Mata Atlântica preservada e também uma fauna bem diversificada.
A infraestrutura para turismo é composta por 1.500m de trilhas. O interessante é que essas trilhas são suspensas, gerando um conforto, deixando as pessoas longe da mata rasteira, não prejudicando sua preservação. Os animais terrestres andam livremente por baixo das trilhas, criando uma integração da pessoa com o meio ambiente. Durante a trilha existem placas com informações sobre o tipo de mata e os animais que podem ser encontrados em cada pedaço. Para apreciação desse ecoturismo é preciso paciência e ter consciência, ajudando a manter a mata limpa e não prejudicar, nem os animais nem a flora. O Parque oferece também o auxílio de guias para maiores informações e um passeio com melhor aproveitamento das trilhas.
Durante a trilha, muitas surpresas podem aparecer, se você estiver em um dia de sorte. Macacos-pregos, pássaros, capivaras, quatis e uma grande variedade de animais costumam dar às caras por alí.
O parque conta também com um horto florestal, que ajuda na preservação da flora local, um viveiro de animais, preservando a fauna, ajudando assim a reviver sempre o interesse por esse pequeno pedaço de mata atlântica, e os animais nativos que ainda sobrevivem.
A infra-estrutura para refeições, conta com quiosques e restaurante e um gramado com sombra de árvores para diversão ou piquenique. Essa estrutura fica fora da mata, mas bem próxima ás trilhas.

TURISMO EM LAGUNA (Débora Gonçalves, Diego Pereira, Jonas, Leandro, Maycon, Camilla)

Terra de Anita Garibaldi, a Heroína Brasileira que lutou na Revolução Farroupilha e também pela Unificação e Libertação da Itália. Praias, pontos turísticos, carnaval, pesca, golfinhos e muito mais você vai encontrar em Laguna, um lugar de emoções inesquecíveis.

O extenso litoral de Laguna (28 km) é composto por 16 maravilhosas praias, que satisfazem os turistas que procuram descanso, ou aqueles que preferem o agito e a prática de esportes náuticos. Uma das mais conhecidas é a Praia do Mar Grosso, com uma completa infra-estrutura de serviços. A praia do Farol também oferece boas condições de hospedagem e alimentação, sendo muito freqüentada pelos jovens, surfistas atraídos pelas boas ondas e pela agitação. Por outro lado, Laguna guarda alguns recantos, como a Praia do Gravatá e do Siri, ainda agrestes. Se a preferência é pelo surf, a Praia do Cardoso é um destino certo. 

                                              PRAIA DA CIGANA

 Uma dos recantos tranqüilos do litoral lagunense, também é procurada por aqueles que desejam descansar e aproveitar um banho de mar, além dos pescadores. Para chegar à praia é preciso fazer a travessia de balsa sobre os Molhes da Barra.

Na praia do Cardoso no Farol de Santa Marta se encontra capeonatos de surf como mostra no video

http://www.youtube.com/watch?v=PWdYjaXjF4Y&feature=related

 http://www.youtube.com/watch?v=IGCTr2LxvVM

Centro Historico de Laguna maravilhoso para resgatar nossas origens e o surgimento do romance de Ana Maria de Jesus Ribeiro, ou Anita Garibaldi como é conhecida, foi guerreira e mãe ao mesmo tempo, lutou ao lado de Giuseppe Garibaldi e deu a ele três filhos, infelizmente veio a falecer grávida em 1849 com menos de 30 anos de idade após ser obrigada a partir da Itália com seu amado, depois de serem derrotados na luta pela libertação do país.

Ecoturismo (Jhonatan, Matheus e Raél)

Turismo desportivo

É caracterizado por visitantes que vão a determinado local, ver um campeonato, prova, ou algo relacionado a esportes, ou até mesmo praticar. Esse mercado traz muitos turistas, beneficiando o local onde ocorre o evento.

“Torna-se importante, então, a profissionalização de ambos os setores: o turístico e o esportivo.” (KUAZAQUI, 2000)

Precisa-se capacitar as pessoas que irão lidar com esse tipo de turismo, pois bons profissionais transmitem organização e aconchego aos turistas, fazendo que os mesmos retornem em futuros eventos.

” O fator infra-estrutura é muito importante, principalmente em se tratando em eventos internacionais.” (KUAZAQUI, 2000)

Podemos citar como exemplo o Mormaii Tow in loving memory of Zeca Scheffer, aconteceu este ano (2011) e contou com uma boa organização e infra-estrutura, onde vários profissionais se prepararam para mostrar as ondas de Jaguaruna para o mundo, com isso obtiveram grandes patrocínios e cobertura de uma grande emissora esportiva, ESPN, um evento com muita segurança e de alto nível.

Turismo cultural

“Turismo Cultural compreende as atividades turísticas relacionadas à vivência do conjunto de elementos significativos do patrimônio histórico e cultural e dos eventos culturais, valorizando e promovendo os bens materiais e imateriais da cultura”. (Marcos Conceituais – MTur)

Consideram-se patrimônio histórico e cultural os bens de natureza material e imaterial que expressam a memória e a identidade das populações e comunidades. As principais atrações turísticas culturais são: construções históricas (palácios, castelos, igrejas, casas, pirâmides), museus, locais em que ocorreram fatos históricos importantes, sítios arqueológicos, galerias de arte.

No Brasil, um dos principais roteiros turísticos culturais ocorre em Raimundo Nonato (Piauí) em seus sítios arqueológicos pré-históricos. O município é portal de entrada do Parque Nacional Serra da Capivara, área de maior concentração de sítios pré-históricos do continente americano e Patrimônio Cultural da Humanidade – UNESCO.

É um local com vários atrativos, um monumental museu a céu aberto, entre belíssimas formações rochosas, onde encontram sítios arqueológicos e paleontológicos espetaculares, que testemunham a presença de homens e animais pré-históricos.

Pode-se visitar o Museu do Homem Americano, que possui  um valioso acervo que retrata a vida na região desde a pré-história aos dias atuais: peças arqueológicas e paleontológicas, magníficos painéis fotográficos e informações antropológicas e a Igreja Matriz de São Raimundo Nonato, onde se realizam as procissões e as festas religiosas.

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http://www.fumdham.org.br/fotos/museu01.jpg 

Turismo Sustentável e Arquelógico. Andriele Martins, Evelin Felippe, José Tissiani, Mariela Fabris – 2011

 

 

Turismo cultural

 

 

O turismo arqueológico pode ser entendido a partir da associação da Arqueologia e o Turismo. Surgiu, de forma organizada e planejada, como uma

alternativa para a difusão do conhecimento relacionado às pesquisas e aos

achados arqueológicos, assim como a própria Arqueologia em si.

                                                                                           (Widmer-2009)

 

Pesquisas ao longo da história tentam preencher lacunas constantes na mente humana. Esporadicamente são descobertos artefatos deixados pelos nossos antepassados, os chamados sítios arqueológicos têm a função de criar elos entre o passado com o presente, com o intuito de esclarecer a cadeia evolucionaria ou entender os costumes humanos locais estes são uma importante ferramenta de turismo, especialmente voltado à jovem em idade escolar e a pessoas com discernimento histórico.

 

O turismo é um mecanismo de desenvolvimento da cidade, sua definição pode moldar a região em abrangência tornando-a pólo sobre o assunto. È importante que as políticas por parte das políticas publicas incentivar este tipo de desenvolvimento, uma vez que através deste a cultura local é preservada alem de fortalecer a identidade da comunidade com o patrimônio, diminuindo o êxodo dos locais que recebem o turismo cultural arqueológico.

 

o segmento pode torna-se um aliado no desenvolvimento de

localidades e atrativos turísticos que atendam a essa demanda, que relaciona-

-se especificamente com o Turismo Cultural, devido seus aspectos de caráter

histórico-cultural. (Ministério do turismo, 2010)

 

É importante conscientizar a comunidade a respeito dos sítios para tanto uma solução seria parcerias entre os órgãos públicos reguladores e a iniciativa privada. Atualmente o Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) trabalha em pareceria com o Museu do Sambaqui de Joinville afim de orientar a região norte do estado sobre a importância da preservação do sambaqui.

 

A cultura local transcende o tempo, é importante por parte da população entender sua história e de sua região. Os sambaquis são um grande potencial arqueológico que deve ser explorado, uma vez que se for seguido um plano de manejo correto este pode ser um meio lucrativo de captação de renda local através de artesanato e do aquecimento do comercio por conta dos turistas.

 

 

Turismo Ecológico

 

O ecoturismo busca conciliar o fluxo de turistas, que sempre é impactante juntamente com a preservação da natureza .

Geralmente o ecoturismo ocorre em regiões controladas pelo estado ou por ONGs, onde é criado todo um planejamento voltado para esta função.

Para este tipo de turismo é necessário uma preparação muito mais minuciosa que dos outros tipos de turismo, já que o planejamento inicia-se com estudos de impacto ambiental, estimativas, monitoramentos e avaliações constantes sobre a região e suas capacidades.

Neste tipo de turismo é necessário um cuidado rigoroso com o uso do solo, de maneira que cada função seja cumprida e que o principal objetivo: a apreciação da natureza, seja feita com consciência e respeito.

 

Conforme artigo (Beni Wesley Bridght 1999), para que o turismo seja classificado como Ecoturismo são necessários quatro aspectos básicos:

 

– Respeito as comunidades locais;

– Envolvimento econômico com as comunidades locais;

– Respeito as condições naturais;

– Conservação do meio ambiente e interação educacional.

 

Basicamente é necessário que o turista envolva-se com a região de maneira que leve o aprendizado para sua vida com a consciência de preservação.

 

Segundo EMBRATUR (2002), para que o ecoturismo de uma região obtenha sucesso são necessário alguns itens básicos de planejamento:

 

– Seleção de áreas intencionais;

– Projetos de infra-estrutura com execução e controle;

– Estudo da demanda de turistas e ofertas de serviços na região.

 

Atualmente este ramo de turismo é um dos mais crescentes e divulgados pela mídia. Nem sempre, ou melhor, na maioria das vezes o publico que busca o ecoturismo, não são apenas ambientalistas, porem pessoas que tentam fugir dos grandes centros urbanos, buscando nessas trilhas uma oportunidade de convivência com a natureza,  desta maneira é possível passar adiante um pouquinho mais de conscientização para este mundo tão urbanizado e fechado em volta de suas.

 

TURISMO EM ORLEANS ( ANA LUIZA, BRUNA, CAMILA, JULIANA, THUANI)

ECOTURISMO E SUSTENTABILIDADE

O grande impulsionador do turismo ecológico no mundo foi sem dúvida os documentários em vídeo sobre viagens, que apresentavam a natureza como cenário principal, populares nos finais da década de 70. O Ecoturismo teve o crescimento da atividade acentuado, no final dos anos 80 e início 90.

O ecoturismo foi introduzido no Brasil no final dos anos 80, seguindo a tendência internacional. Já em 1989 foram autorizados pela Embratur os primeiros cursos de guia desse tipo de turismo.Em 1992, com a Rio 92, o termo ecoturismo ganhou maior visibilidade, agradou de vez o brasileiro e impulsionou um mercado promissor, que desde então não pára de crescer.

Fundado em 1995, o Instituto Ecoturístico Brasileiro-IEB, surge no contexto nacional com o objetivo de organizar e unificar toda a cadeia ecoturística que compreende desde empresários, operadoras e agências de viagem, meios de hospedagem, entidades ambientalistas, entre outras pessoas ligadas a área. Uma de suas prioridades é incentivar o ecoturismo através da elaboração de um código de ética visando certificar o profissional do setor.

O Ecoturismo é uma atividade que busca valorizar as premissas ambientais, sociais, culturais e econômicas conhecidas de todos nós, e inclui a interpretação ambiental como um fator importante durante a experiência turística. Os roteiros são elaborados através das Agências Operadoras, ou outras formas desenvolvidas pelo marketing, onde os consumidores irão desfrutar dos serviços de hotelaria, gastronomia, condutores, transportes, equipamentos, etc. Utilizarão ainda, a infra-estrutura básica da região (hospitais, farmácias, saneamento, coleta de lixo, posto de saúde, telefonia, etc.) adequada e ecologicamente correta.

Á Prefeitura, como sócia, cabe a infra-estrutura urbana e rural através de suas Secretarias Municipais, tendo como umas prioridades do município controle do saneamento e destinação de resíduos, por tratar-se do cartão de visitas do município, pois, um município sem saneamento e destinação de resíduos afugenta os consumidores, que proverão o desenvolvimento sustentável da região, além de interferir diretamente na qualidade de vida.

Á sociedade civil cabe a consciência e a responsabilidade de conservar o meio ambiente urbano, rural e ambiental, considerando que o produto está agregado a preservação e conservação, para atrair os turistas, garantindo essa fonte de riquezas.

Se o ecoturismo no Brasil encontra-se em um estágio de desenvolvimento recente, este é o momento para incentivarmos a introdução de uma política de âmbito nacional para o setor. Tal política deve orientar governos e legislativos para a implantação de suas estratégias de regulamentação e controle, assim como orientar agências de fomento para criar e facilitar o acesso a incentivos fiscais e financiamentos.

É preciso implantar projetos bem embasados, dentro de uma política nacional integrada que aproxime o desenvolvimento do ecoturismo aos objetivos de sustentabilidade social, econômica e ambiental.

A falta de uma política nacional clara para o desenvolvimento do setor, aliada à forma desorganizada e, muitas vezes, irresponsável com que as pessoas têm praticado o ecoturismo, têm motivado uma série de preocupações aos governos locais, às organizações ambientalistas e às comunidades anfitriãs.

O verdadeiro ecoturismo possui as seguintes sete características:

1)    Envolve viagens a destinos de natureza. Estes destinos são freqüentemente áreas remotas, habitadas ou não, e que normalmente estão sob algum tipo de proteção ambiental, seja nacional, internacional ou privada.

2)    Minimização do Impacto. O turismo causa danos. O ecoturismo se esforça para minimizar os efeitos adversos dos locais de hospedagem, trilhas e demais infraestruturas, seja pela utilização da reciclagem de materiais encontrados in-loco, pela reciclagem e manuseamento seguro do lixo ou pela utilização de recursos energéticos renováveis. A minimização do impacto requer também que o número de turistas e seu comportamento sejam controlados a fim de limitar os danos ao meio ambiente. O ecoturismo é geralmente classificado como uma indústria não extrativa e não consumista.

3)    Criação de uma consciência ambiental. Ecoturismo implica em educação, tanto para o turista como para os residentes das comunidades visitadas. Antes da saída, as operadoras de turismo devem fornecer ao viajante, material de leitura sobre o país, os costumes, o ecossistema visitado bem como um código de conduta tanto para o viajante quanto para a indústria. Esta informação deve ajudar a educar o turista sobre o local visitado, bem como a minimizar seus impactos negativos no decorrer de sua visita, seja com respeito ao meio ambiente ou a cultura local. Guias bem treinados e poliglotas que possuam habilidades em história natural e cultural, interpretação do meio ambiente, princípios éticos e comunicação são essenciais para o desenvolvimento do ecoturismo. Ainda o ecoturismo deve promover a educação dos membros das comunidades próximas, crianças e o público em geral do país anfitrião. Para alcançar tal objetivo, devem-se oferecer preços reduzidos na hospedagem, nas entradas dos parques e atrações aos habitantes, assim como viagens gratuitas aos estudantes nacionais bem como aqueles que vivem próximos à atração turística.

4)    Prover benefícios financeiros diretos para a conservação. O ecoturismo deve ajudar no levantamento de fundos para a proteção, pesquisa e educação ambientais por meio de inúmeros mecanismos, tais como taxa de entrada dos parques, taxa sobre companhias de turismo, hotéis, linhas aéreas, e taxas aeroportuárias bem como contribuições voluntárias. Somente com o passar do tempo, é que os parques nacionais abriram o acesso ao público geral, e foi recentemente que estes têm sido percebidos como potencial fonte de recursos para a investigação científica e conservação.

5)    Prover benefícios financeiros e para a população local. O ecoturismo prega que parques nacionais e outras áreas de conservação somente irão sobreviver se existirem “pessoas felizes” em volta dos perímetros. A comunidade local deve estar envolvida com o mesmo, e receber renda bem como outros benefícios tangíveis (água potável, rodovias, postos de saúde, etc…) da área de conservação e suas dependências e facilidades turísticas. Áreas de Camping, locais de hospedagem, serviços de guia, restaurantes, e outras concessões devem ser gerenciados por ou em parceria com a comunidade nos entornos de um parque nacional ou outros destinos. O ecoturismo deve ainda promover a utilização de agências de aluguel de carros e agências de turismo de propriedade de nativos de tal forma que o lucro permaneça no país em desenvolvimento. Mais importante, se o turismo deve ser percebido como ferramenta para o desenvolvimento rural, ele deve ajudar no deslocamento do controle econômico e político para a cooperativa, a vila ou o empreendedor e este é um dos pontos mais difíceis de obter sucesso.

6)    Respeito à cultura local. O ecoturismo não é somente “verde”, mas também menos intrusivo culturalmente, e menos explorador que o turismo convencional. Prostituição, drogas e mercado negro são muitas vezes subprodutos do turismo convencional, o ecoturismo se esforça para ser respeitoso culturalmente e ter o mínimo impacto possível tanto no meio ambiente como na população do país. Isto não é fácil, visto que o ecoturismo envolve viagens para áreas remotas onde muitas vezes as comunidades pequenas e isoladas têm tido pouco contato e experiência com estrangeiros. Ainda assim como no turismo convencional, o ecoturismo envolve uma relação desigual de poder entre o visitante e a comunidade, seja inclusive pelo aspecto monetário de trocas que eventualmente ocorrem. Parte de ser um ecoturista responsável implica no aprendizado anterior, dos costumes locais, respeito aos códigos de vestimenta e outros códigos de conduta social, não se intrometendo na comunidade a não ser que convidado, seja individualmente ou como parte de um grupo bem organizado.

7)    Suporte aos direitos humanos e movimentos democráticos.

PARQUE NACIONAL AMPARADOS DA SERRA – CÂNION DO ITAIMBEZINHO

O Cânion do Itaimbezinho é o mais famoso do parque e também um dos maiores do Brasil. Sua extensão chega a 5.800 metros e sua largura máxima alcança os 2000 metros. As paredes rochosas têm uma altura máxima de 720 metros e são cobertas por uma vegetação baixa e pinheiros nativos. Para quem nunca esteve à beira de um cânion, a sensação é realmente indescritível. São formações rochosas de pelo menos 130 milhões de anos, que parecem ter sido “aparadas” de maneira minuciosa.

Vales profundos, forrados de araucárias. O clima frio e úmido e a névoa que envolve essas formações são propícios para saborear um legítimo chimarrão. Este é o cenário onde se encontram os cinco maiores cânions do país. Uma paisagem espetacular ameaçada pelo desmatamento das araucárias mesmo sendo uma região de preservação ambiental.

Sua criação é antiga: 1959. Mais antigos são os cânions que começaram a se formar a 130 milhões de anos. Enriquecendo a paisagem estão trechos da quase extinta Floresta de Araucária. Isso é um pouco do que se pode encontrar dentro dos 10.250 hectares do Parque Nacional de Aparados da Serra.

O maior cânion do parque é o Itaimbezinho, com 5,8km de extensão. Trilhas levam até as suas bordas e de lá, em dias claros, pode-se ter uma visão até do litoral do Rio Grande do Sul.

Os mais aventureiros podem seguir trilhas que levam ao vale dos rios. Uma caminhada de oito horas até o Vale do Rio do Boi leva a um lugar conhecido como Cruz, onde se vê uma das curvas formadas pelas fendas na montanha.

Cachoeiras despencam das bordas dos cânions. A mais famosa delas é a Véu de Noiva. Além disso, observar a rara Floresta de Araucária e os animais ameaçados de extinção pode ser uma boa experiência.

TRILHAS

Existem 3 trilhas dentro dos limites do parque. As trilhas do Vértice e do Cotovelo são bem fáceis, se quiser contrate um guia no local.

Trilha do Vértice: A Cascata das Andorinhas, formada por um grande volume d’água que corre pelo Rio Perdiz cai de uma altura de 700 metros, em direção ao fundo do cânion, mas acaba transformando-se em névoa antes de atingi-lo. Da trilha pode se avistar a bela Cascata das Andorinhas e da Cascata Véu de Noiva formada pelo arroio Preá. Tão impressionante quanto às cascatas, é a sensação de caminhar na borda do cânion. A trilha começa no Centro de Visitantes, leva em torno de 1 h, percorre-se 1,4 km pelas bordas do cânion.

A trilha do Cotovelo: Mirante com vista imperdível dos paredões do Cânion Itaimbezinho. Caminhada fácil por estrada até um mirante natural com uma visão geral do Cânion, percurso de 6,3 quilômetros que leva em torno de 2:30 horas. Atenção: o último horário para fazer a trilha é às 15:00 hrs.

Trilha do Rio do Boi – por dentro do abismo: Para aqueles que gostam de atividades mais radicais, esta trilha é a mais indicada. Caminha-se por dentro dos paredões de 700m formados pelo Cânion Itaimbezinho, seguindo o leito do Rio do Boi. São 8 km (ida e volta) que são percorridos em 7 horas. Trilha longa e cansativa, com muitas pedras e diversas travessias do rio do Boi (dependendo do nível do rio a água pode estar acima do joelho), com ótimas piscinas para um banho gelado.

Os Parques Nacionais dos Aparados da Serra e Serra Geral, pertencem a SC e RS, visto que 1 metro abaixo da borda dos cânions já é Santa Catarina, e os parques englobam também as encostas, rios e matas abaixo das serras, e o visual pela parte de baixo dos cânions é de rara beleza.

Dica: faça a trilha de manhã e leve somente o essencial (lanche, água, capa de chuva).

OBS: Chega-se de carro até o inicio da trilha que fica junto à guarita do Rio do Boi/Ibama, (7 km de Praia Grande). É necessário o acompanhamento de guia: contrate em Praia Grande.

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1526684-7823-GLOBO+NATUREZA+APARADOS+DA+SERRA,00.html (VIDEO – APARADOS DA SERRA – GLOBO)

TURISMO CULTURAL

Turismo Cultural é fazer uma viagem para algum destino essencialmente histórico e cultural fazendo valer todo o contexto por meio da pesquisa, análise de obras, fatos, monumentos, entre outros, com o intuito de adquirir conhecimento. Para isso é essencial que o turista faça uma viagem focada para ver e apreciar todos os locais visitados.

Esta iniciativa compreende as atividades turísticas relacionadas à vivência do conjunto de elementos significativos do patrimônio histórico e cultural e dos eventos culturais, valorizando e promovendo os bens materiais e imateriais da cultura.

É certo o que o conceito de cultura é extremamente amplo, entretanto quando falamos de turismo cultural este obtém uma conotação restritiva. O termo Turismo Cultural designa uma modalidade de turismo cuja motivação do deslocamento se dá, segundo Andrade, com o objetivo de encontros artísticos, científicos, de formação e de informação.

O Turismo Cultural se caracteriza por uma permanência prolongada e um contato mais “intimo” com a comunidade, ocorrendo viagens menores e suplementares dentro da mesma localidade com o intuito de aprofundar-se na experiência cultural.

Consideram-se patrimônio histórico e cultural os bens de natureza material e imaterial que expressam ou revelam a memória e a identidade das populações e comunidades. São bens culturais de valor histórico, artístico, científico, simbólico, passíveis de se tornarem atrações turísticas: arquivos, edificações, conjuntos urbanísticos, sítios arqueológicos, ruínas, museus e outros espaços destinados à apresentação ou contemplação de bens materiais e imateriais, manifestações como música, gastronomia, artes visuais e cênicas, festas e celebrações. Os eventos culturais englobam as manifestações temporárias, enquadradas ou não na definição de patrimônio, incluindo-se nessa categoria os eventos gastronômicos, religiosos, musicais, de dança, de teatro, de cinema, exposições de arte, de artesanato e outros.

Entre tantas localidades com potencial para o Turismo Cultural citamos aqui as cidades brasileiras Curitiba/PR, Cidade de Goiás/GO, Paraty/RJ, Recife/PE, Ouro Preto/MG e Aparecida/SP, cidade de São Paulo/SP. Já fora do País, damos como exemplo Agra, na Índia; Barcelona, na Espanha; Atacama, no Chile; Jerusalém, Israel; e Moscou, na Rússia. Porém a lista ainda é grande. Vale a pena buscar e conferir.

A cidade com seu clima tropical de temperaturas quase sempre amenas, muito trabalha e também tem opções de lazer, diversão e passeios. Ela oferece mais de quarenta museus, dez grandes universidades, mais de vinte e três parques, quarenta grandes teatros, oito estádios de futebol, parques de diversões, mais de dez mil restaurantes, grandes shoppings centers, cinqüenta grandes rede de hotéis e flats.

O Metrô de São Paulo,com mais de quarenta estações, colabora para a chegada a boa parte dos atrativos da cidade.Há ainda possibilidade de passeios nas cidades próximas como Embú, Santos, São Roque, Aldeia de Carapicuíba, Itú, Atibaia, Campos do Jordão ou Holambra e ainda 620 km de praias no Estado.

Ao observar a arquitetura dá para entender um pouco a história, além de praticar a recomendação do momento: caminhadas. Nos pequenos ou grandes detalhes o importante também é possível perceber a composição social de São Paulo pelas marcas, seja nas canções do choro, do samba, do rock, do forró, na alimentação ou na arte.

Sente-se o imigrante no bairro da Liberdade, nos vitrais do alemão Conrado Sorgenith Filho, no estilo clássico do Palácio da Justiça. E tem na gastronomia aquela pizza ou a famosa macarronada do domingo.

Hoje a cidade recebe mais de 900 mil turistas estrangeiros por ano. Em sua maioria vêm a trabalho, mas buscam opções de lazer e atividades culturais. Com grandes feiras e congressos, autódromo internacional, shows, museus, cinemas, galerias de arte, centros culturais, provas de hipismo, campeonatos esportivos, teatros, a cidade é também um centro de compras com seus shopping centers e ruas temáticas.

Programe-se. Uma semana inteira de opções do turismo cultural na metrópole! (Sao Paulo)

SEGUNDA-FEIRA

Às segundas-feiras acontece o Instrumental SESC Paulista com apresentação de músicos selecionados. Basta descer na Estação Metrô Brigadeiro. O show começa às 18h30, mas é preciso chegar antes para garantir lugar.

Já que você estará na Avenida Paulista que tal chegar bem mais cedo e visitar o Centro Cultural FIESP, que fica na estação Metrô Trianon-MASP. Ele tem espetáculos teatrais e exposições.

Depois, dê uma passada no Itaú Cultural que é espaço de intensa programação. Moderno, oferece shows, filmes, vídeos e fotografias com acervo informatizado sobre a pintura no Brasil. Fica bem em frente ao evento do show instrumental.

Ainda tem a Casa das Rosas, construção do arquiteto Ramos de Azevedo para moradia de sua filha. O local está restaurado e abriga projetos voltados para literatura.

TERÇA-FEIRA

Na terça-feira um bom passeio ao centro da cidade. Comece na hora do almoço. Se for almoçar há boas opções de “self-service”. Visite a Praça da Sé onde está a maior igreja da cidade, a Catedral. Sua construção começou em 1913 mas só ficou pronta em 1953. Ela tem um subterrâneo com criptas e lá encontram-se os restos mortais do Cacique Tibiriçá.

Em frente  Catedral está o marco zero indicando cidades pelos pontos cardeais. Na praça também está a Caixa Econômica Federal com seu Conjunto Cultural no quarto andar.

Da Praça da Sé basta seguir pela Rua XV de Novembro até o final. Chega-se à Praça Antonio Prado que tem do lado direito a sede do Banespa. Na recepção apresente-se e conheça o Mirante com Museu de onde se observa até 40 km de distância. São 34 andares.

Seguindo pela Rua João Brícola até a Rua Boa Vista, vire à esquerda e em frente está localizado o Largo São Bento.

Observe o Mosteiro São Bento fundado nesse local desde 1591. Ele passou por várias reformas e a atual construção é de 1911. Aos domingos a missa tem canto gregoriano.

QUARTA-FEIRA

Quarta-feira é bom dia de ir ao Teatro Municipal. Este edifício é projeto do Escritório Ramos de Azevedo e foi inaugurado em 1911. O teatro fica bem próximo à estação Anhangabaú.

Bom também é conhecer o Memorial da América Latina. Construído em 1989 foi projetado por Oscar Niemeyer e oferece biblioteca, shows, congressos e exposições temáticas sobre a América.

É lá que encontra-se o Parque da Água Branca, criado em 1929. Ele tem viveiros, restaurantes, seguranças, dois estacionamentos, passeios de trenzinho e área para piquenique. A sensação é de estar bem longe do barulho da cidade.

QUINTA-FEIRA

Quinta-feira é bom visitar a Pinacoteca, no bairro da Luz. Restaurado, o prédio onde funcionava o Liceu de Artes e Ofícios, também é obra de Ramos de Azevedo e abriga exposições.

Junto à Praça Buenos Aires, na Rua Piauí, conheça o Instituto Moreira Salles. Ele oferece exposições, espetáculos musicais e cursos de arte.

SEXTA-FEIRA

Sexta-feira a programação sugerida é visitar a Capela do Morumbi que está bem próxima à Casa da Fazenda do Morumbi. A reconstrução da ruína foi concebida artisticamente como uma capela. O casarão da fazenda, com senzala, foi construído em 1813 pelo Regente Feijó. Esse espaço serviu de cenário para filmes como “Sinhá Moça”, “A Moreninha”, “Beto Rockfeller” e “A Nova Primavera”’. A Casa da Fazenda tem restaurante, café, eventos e exposições de arte.

SÁBADO

Sábado. Saia pela manhã e vá novamente ao centro da cidade e desça a Ladeira Porto Geral até a Rua Vinte e Cinco de Março. Bem próximo, fica o Mercado Municipal, com seus coloridos vitrais. O prédio é outra obra de Ramos de Azevedo. Lá pode-se conhecer a variedade de produtos alimentícios, fotografar e quando sentir sede tomar algo num balcão.

Outra opção interessante é a Praça Benedito Calixto onde está a Feira de Arte e Antiquários.

Essa feira é frequentada por um público bonito e por lá aparecem muitos turistas. A Associação proporciona atividades sociais, cursos, exposições e tem música ao vivo na praça de alimentação.

DOMINGO

Domingo é dia de Parque do Ibirapuera. O parque inaugurado em 1954 recebeu em seu projeto o paisagismo de Burle Max na obra de Oscar Niemeye.

Outra opção é o Memorial do Imigrante. A construção é de 1886 com finalidade de ser uma hospedaria aos imigrantes. Eles eram recrutados por fazendeiros produtores do café.

Esta programação é apenas um exemplo do que se pode aproveitar na cidade participando da sua vida cultural. Existem muitos outros locais interessantes e com variadas distâncias do Centro.

A maior cidade da América do Sul oferece programação intensa. Dificuldades existem para passeios. Uma delas é o tamanho da cidade. Mas a tarefa é tentar vencer esses desafios e solicitar a presença de um profissional Guia de Turismo com cadastro Embratur e ter um outro olhar para São Paulo.

http://www.passeiopaulistano.com/turismo-cultural/turismo-cultural-pagina-4/

http://www.turismo.gov.br/turismo/programas_acoes/regionalizacao_turismo/estruturacao_segmentos/turismo_cultural.html

http://www6.univali.br/seer/index.php/rtva/article/view/1388

http://www.bemtevibrasil.com.br/aparados.html

http://ecoviagem.uol.com.br/brasil/rio-grande-do-sul/parque-nacional/aparados-da-serra/

http://www.bemtevibrasil.com.br/fotos/aparados/slides/malacara_1.html

http://ecoviagem.uol.com.br/fique-por-dentro/artigos/turismo/ecoturismo-e-desenvolvimento-sustentavel-429.asp

http://www.portaldoagronegocio.com.br/conteudo.php?id=23138

http://www.nitvista.com/index_frame.php?url=%2Fmicrosite%2Fartigos%2Fexibe.php%3Fid%3D195%26canal%3Decoando

ECOTURISMO – TURISMO SUSTENTÁVEL (Júlia, Isabel, Patricia, Vanessa) TUBARÃO

Um dos setores que está ligado diretamente à natureza e ao patrimônio natural e cultural é o ecoturismo, onde a natureza é o produto a ser vendido, sendo assim deve ser bem planejado para não se transformar num fator de poluição e destruição.

O turismo sustentável apresenta vários benefícios para o ambiente natural, ele estimula uma compreensão dos impactos do turismo nos ambientes naturais, cultural e humano; incorpora planejamento e zoneamento assegurando o desenvolvimento do turismo adequado à capacidade de carga do ecossistema; demonstra a importância dos recursos naturais e culturais e pode ajudar a preservá-los.

O turismo sustentável deve garantir a proteção dos recursos naturais das áreas e também gerar renda para as mesmas, a fim de tornar esta preservação possível, possibilitando o crescimento econômico e valorizando o meio ambiente.

O planejamento turístico deve ordenar as ações do homem sobre o território a fim de evitar que este cause danos irreparáveis para o meio ambiente, através de construções inadequadas que destruam a atratividade da área e também, dos impactos ambientais como pisoteamento excessivo, poluição e acúmulo de lixo.

Este planejamento deve ser ecologicamente suportado, direcionar o comportamento dos turistas para a educação ambiental e capaz de gerar benefícios, tanto econômicos, quanto ambientais.

Deve também respeitar áreas frágeis, desenvolvendo o controle da capacidade de carga de cada uma delas. Este controle serve para limitar o número de turistas por dia, mês e ano que cada área pode suportar antes que ocorram danos ambientais. O cálculo da capacidade de carga é feito da seguinte forma:

Número de turistas (dia/estação/ano) /
Hectare

Calcula-se o número de turistas pela totalidade de pernoites dos visitantes em determinada área ou em determinado equipamento turístico.